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domingo, 7 de abril de 2013

Agradecimento de uma fã incondicional

Desta vez eu não irei escrever um post imenso sobre o meu segundo show do Pearl Jam. Eu não tenho palavras para mensurar o quão magnífico foi poder ouvir Given to fly, Wishlist e Yellow ledbetter ao vivo. Conseguir assistir a um show com ingressos esgotados, e ficar na grade, foi mais do que uma meta alcançada, foi uma realização pessoal.

Desta vez eu prefiro guardar na memória momentos tão intensos em que minha alma se elevou numa paz sem tamanho. Só posso confirmar que meu amor e admiração crescem a cada dia e me orgulho muito de ser fã de uma banda tão singular.

Jeff, Matt, Stone, Mike e Eddie, eu sei que vocês nunca irão ler meu post, mas mesmo assim, eu quero deixar registrado todo o amor que eu sinto por vocês! Por duas horas vocês me fizeram ser a pessoa mais feliz do mundo. <3

Foto tirada da grade!!!!

domingo, 24 de março de 2013

O mundo é o limite

Reclamei do tédio e marasmo que minha vida se encontrava à dois meses atrás. Pois é, bastou uma ligação e  uma conversa via Skype para que meus dias tomassem outros rumos, e as 24 horas não fossem mais suficientes. 
Hoje trabalho com o que eu queria, consigo mostrar minhas ideias, e colocá-las em prática. É uma correria boa, sabe?  Além do trabalho como analista de mídias sociais; mergulhei de cabeça num projeto da maior rede de intercâmbio do mundo, a AIESEC. 
Como já é de se esperar, foi tudo muito rápido. Conheci o Fábio - presidente da AIESEC  em Mogi - na quinta de manhã e no sábado já estava na reunião de planejamento da sede da AIESEC aqui da cidade. 
Estou animadíssima, cheia de ideias e sabendo da responsabilidade enorme que é ser uma das vice-presidentes da Sede Mogi.
Agora é botar a mão na massa e fazer nossos sonhos e ideais ganharem o mundo.
Como diz a música: Prepara uma avenida que a gente vai passar!

Fábio, Fernanda, Mayara, Amanda e eu.
 @AIESEC day!

Equipe AIESEC Mogi das Cruzes (está faltando a Nádia)


sábado, 9 de março de 2013

Sou feminista

Queria escrever um post sobre feminismo, e o quanto ser feminista é libertador. Mas, não tenho conhecimento suficiente para isso. Então, o jeito é ler alguns livros e blogs sobre o tema, (leio diariamente o blog da Lola, muito recomendado para quem deseja conhecer mais). 
Tudo veio à tona no evento que a Revista TPM promoveu, a Casa TPM, lá, foi festejado os manifestos com tom feministas que o veículo vinha abordando mensalmente. Aquilo me abriu os olhos para um mundo mais libertador. Por intermédio também da TPM, conheci a jornalista inglesa Caitlin Moran que lançou recentemente (não me lembro a data agora) o livro Como ser mulher, um manifesto feminino. Fiquei curiosa para ler e acabei comprando o livro.
Ainda não terminei de ler, mas o pouco que li (estou na página 70) deu para ter uma ideia de como é ser feminista numa sociedade tomada pelo machismo. E como é triste ver uma mulher machista. Leitura obrigatória não só para as mulheres, mas principalmente para os homens.
Para terminar o post, deixo a citação que mais me chamou a atenção no livro até agora.

"Não tenho tempo de parar para entender se sou a favor da liberação feminina! Parece envolver muita coisa. O que isso significa?
Eu compreendo.
Então, eis aqui uma maneira rápida de ver se você é feminista ou não.
Enfie a mão na calcinha.

a) Você tem vagina?
b) Quer ser dona dela?

Se respondeu "sim" às duas perguntas, então, parabéns! Você é feminista."

 (Como ser mulher - pág. 62)

domingo, 3 de março de 2013

Malemolência



Nada melhor do que um show da sereia para dar ânimo à um mês que tem tudo para ser ótimo.

A foto é da Gabi.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Hoje a fé me abandonou

Nunca fui uma pessoa de muita fé. Não segui os passos da minha mãe nesse quesito. Minha solidão ajudou a potencializar isso. Quando se fica sozinha por muito tempo - não digo sozinha em relação de ter um amor - mas no sentido mais amplo que esta palavra pode significar, você passa a se conhecer mais a si mesma e, assim, passa a acreditar menos nas pessoas. Creio que tenha ultrapassado a barreira de querer/poder acreditar em mais alguma coisa que não seja em mim mesma.
Esse texto está um pouco sem sentido, com um ar revoltado. Mas é assim que venho me sentindo ao longo dos meses. Espero que seja apenas uma má fase de começo de ano que tem hora pra ir embora. 



Cansei de procurar

O pouco que sobrou
Eu tinha algum amor
Eu era bem melhor
Mas tudo deu um nó
E a vida se perdeu
Se existe Deus em agonia
Manda essa cavalaria
Que hoje a fé
Me abandonou


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013