quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Mantra
Um amigo me mostrou esse vídeo, achei simples e incrível. Quando assisti a primeira vez soou como um mantra. De lá pra cá, assisti umas 715952169853 vezes e super recomendo. Ficar - ou ser - sozinha não é tão ruim assim...
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Fechada para balanço
Sim, comecei 2011 sabendo que seria melhor do que 2010 por milhares de fatores que não precisam ser lembrados aqui. Coloquei um ponto final em uma história que insistia em ficar com ponto e vírgula. Deixei um espaço no meu coração para conhecer novas pessoas. Arrisco a dizer que 2011 foi o ano das certezas. Certeza que escolhi a profissão certa, certeza de quem são meus amigos, certeza que tenho em quem me apoiar, certeza que mudei – não sei se para melhor, mas mudei. Também tive a convicção que sou uma pessoa de sorte... E muita.
Logo nos primeiros meses comecei a estagiar em uma agência de comunicação com pessoas ótimas, num lugar agradável e fazendo o que sonhei desde menina. Deixei a preguiça de lado e criei o Cheia de Graça. Pessoas que saíram da minha vida por algum tempo voltaram, umas retornaram, mas foi passageiro e depois percebi que foi muito melhor assim.
Conheci lugares diferentes – não tantos como queria, mas tá valendo. Tive a sorte de assistir a ótimos filmes, ora sozinha, ora com ótimas companhias. De todos, elejo dois: Melancholia e The Outsiders. Em relação a música nem se fala, garimpando por aí tive gratas surpresas, e também me apresentaram músicas maravilhosas. O que mais me agradou foram os lindos do: Transmissor e Apanhador Só.
Na faculdade, pude trabalhar não com um grupo, mas sim com uma família. E como em qualquer família há brigas e desentendimentos, na minha não foi diferente, mas nada que uma boa conversa não resolveu. Alguns professores deixaram a faculdade, o curso deu uma balançada, mas continuo firme e forte no objetivo de ser uma jornalista devidamente formada.
No começo de novembro inflei de tanto amor quando pude realizar um dos sonhos da minha vida. ♥
Decidi deixar meu cabelo crescer - pretendo que isso aconteça até a minha formatura. Junto com o meu cabelo cresceram o meu consumismo, a impulsividade, e o egoísmo - ok, eu sei que isso não é bonito, mas fazer o que né?
Meu temperamento oscilou demais nesses meses: ora estava incrivelmente bem, ora estava no fundo do poço. Se o meu ano está terminando assim, foi devido as minhas escolhas. E sabe de uma coisa? Não me arrependo delas, não.
No geral, 2011 foi um ano bom. E espero que 2012 seja melhor ainda!
domingo, 4 de dezembro de 2011
Campeão
Minha singela homenagem ao campeão brasileiro 2011!
Corinthians minha vida
Corinthians minha história
Corinthians Meu amor
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Nada demais
Em 2012 pretendo jogar fora algumas coisas que já passaram do tempo de ir para o lixo como, ciúmes, orgulho, preocupação com o manequim que aumentou dois números e consumismo sem freio. Sim, tenho que parar de comprar por impulso, isso acaba com a minha nada saudável vida financeira.
Pretendo também me dedicar MUITO ao tcc. Outro objetivo de vida é levar o Spike para passear todos os fins de semana, tadinho, quando chega ao domingo, ele me olha com uma cara de: "mãe, me leva pra passear". Devia ser punida, não tenho sido uma boa mãe, apesar de todo o meu amor pelo Spike. Pretendo voltar às aulas de natação (acho que desde 2009 digo isso, mas dessa vez vai! Ou não). Quero fazer ioga, minha coluna e mente agradece. Pretendo ler mais, ir a mais exposições, assistir mais filmes, (quem sabe dessa vez consigo colocar em prática o plano de "um filme por dia").
Outra meta da lista é sair do piloto automático para algumas coisas como, por exemplo: ir sempre as mesmas baladas. Aff, São Paulo é tão grande e sempre vou aos mesmos lugares. Tá loco, viu.
E por último - mas não menos importante - quero economizar. Economizar para quem sabe, ir visitar minha vó em Recife, e se tudo der certo, ficar por lá mesmo.
Pretendo também me dedicar MUITO ao tcc. Outro objetivo de vida é levar o Spike para passear todos os fins de semana, tadinho, quando chega ao domingo, ele me olha com uma cara de: "mãe, me leva pra passear". Devia ser punida, não tenho sido uma boa mãe, apesar de todo o meu amor pelo Spike. Pretendo voltar às aulas de natação (acho que desde 2009 digo isso, mas dessa vez vai! Ou não). Quero fazer ioga, minha coluna e mente agradece. Pretendo ler mais, ir a mais exposições, assistir mais filmes, (quem sabe dessa vez consigo colocar em prática o plano de "um filme por dia").
Outra meta da lista é sair do piloto automático para algumas coisas como, por exemplo: ir sempre as mesmas baladas. Aff, São Paulo é tão grande e sempre vou aos mesmos lugares. Tá loco, viu.
E por último - mas não menos importante - quero economizar. Economizar para quem sabe, ir visitar minha vó em Recife, e se tudo der certo, ficar por lá mesmo.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Mantenha-se Dourado
Quando estava no primeiro ano do ensino médio, um livro me chamou muito a atenção pelo título: Outsiders - vidas sem rumo. Um história escrita na década de 1960 por uma garota de 17 anos. Outsiders conta a história de três irmãos órfãos - e lindos - que fazem parte de uma gangue, os Greasers.
Pois bem, fiquei encantada com a história e com todos os detalhes que a autora descreve. Algum tempo depois descobri que Francis Ford Coppola dirigiu um filme baseado no livro. Filmado em 1983, o longa conta com os ainda adolescentes Matt Dillon, Patrick Swayze e Tom Cruise.
Hoje finalmente minha espera terminou. Assisti ao filme com um sorriso de fã boba. Os personagens dessa vez tinham rostos, tão parecidos com os que eu tinha idealizado enquanto lia a obra de Hinton. Coppola conseguiu manter o roteiro fiel à história original. O longa supriu todas as minhas expectativas, e ver aqueles atores tão novinhos foi uma surpresa a parte.
Um roteiro que fala de adolescentes que bebem, fumam e brigam e ao mesmo tempo consegue passar uma mensagem de amizade que ultrapassa todas as barreiras, não é para qualquer autor e diretor.
Filme mais que recomendado.
Lembre-se, Ponyboy: "Mantenha-se dourado". ♥
sábado, 12 de novembro de 2011
Nós
Acho tão bonito essa coisa do "nós", do "junto", do "compartilhado". E sabe que sinto falta disso? Falta de ser incluída em planos, de dividir minha individualidade, de descobrir outra pessoa.
Acho lindo poder dividir coisas novas, pode ser uma música, um filme, um lugar bacana. Não importa, o bonito está em se doar para a outra pessoa.
Nada é mais reconfortante do que acordar pela manhã e saber que tem alguém pensando na gente, e o mais legal, que a gente também pensa nessa mesma pessoa com a mesma intensidade de que é lembrado.
Só para deixar registrado que acho o companheirismo a coisa mais linda do mundo! ♥
Acho lindo poder dividir coisas novas, pode ser uma música, um filme, um lugar bacana. Não importa, o bonito está em se doar para a outra pessoa.
Nada é mais reconfortante do que acordar pela manhã e saber que tem alguém pensando na gente, e o mais legal, que a gente também pensa nessa mesma pessoa com a mesma intensidade de que é lembrado.
Só para deixar registrado que acho o companheirismo a coisa mais linda do mundo! ♥
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Fonte de amor inesgotável
Dia 03 de Novembro de 2011. Enfim chega o grande dia que realizaria o meu sonho de ver o show da banda que mais amo na vida: PEARL JAM. ♥
Duas horas e meia de carro, e finalmente estava na frente do estádio do Morumbi. Entrei no estádio às 17h30, meu pensamento – e medo – era ficar longe do palco e não poder vê-los como queria. Graças a meu bom Deus, a pista estava mais vazia do que tinha imaginado.
Enterrei meus pés a esquerda do palco, bem próxima da grade e pude ver o show sem precisar ficar na ponta dos pés – na frente do segundo refletor para ser mais exata – e só saí quando ouvi o good nigth do Eddie Vedder. Não acreditava que em pouco mais de três horas poderia em fim ver as minhas Geleias de Pérolas.
Para passar o tempo e tentar amenizar a ansiedade, nada melhor que conversar com outros apaixonados por Pearl Jam como eu. Conversamos, cantamos, fizemos até um bolão para ver quem acertaria a música de abertura do show – façanha que ninguém conseguiu êxito.
Por volta das 19h40, a banda de abertura The X começou seu show. Uns tiozões fazendo punk rock da melhor qualidade ainda tinha uma vocalista a cara da Suzan Boyle. Ao fim das músicas, eu e o pessoal ao me redor gritava: SUZAN! SUZAN!
Hora da troca dos instrumentos, e a ansiedade só aumentando. Olhos vidrados no palco. Qualquer movimentação era motivo para a tremedeira entrar em foco. 20h45 (horário previsto para começar o show) e nada, o que rolava nas caixas de som era uma música bem lenta, que fazia a espera apertar ainda mais meu peito. Estava frio e ventava muito, mesmo assim, minhas mãos suavam.
21h10 – As luzes se apagam e uma fumaça toma conta do palco, era chegada a hora! Entraram Matt, Jeff, Mike e Stone, e a gritaria comeu solta. Quando Eddie entrou no palco, meus olhos encheram d`água e para a minha surpresa, não chorei. Só tremia, tremia como nunca, por um momento pensei que passaria mal, mas nada de mais grave aconteceu.
Hoje, posso dizer que senti a sensação de ter o “coração na boca”. Iniciaram o show com a maravilhosa "Release”, em seguida "Corduroy" e para o meu delírio emendaram “Why Go” que incendiou as 50 mil pessoas que me acompanhavam em um dos coros mais lindos que já vi! Nem nos meus maiores devaneios poderia imaginar uma apresentação com tantas músicas que amo. Até mesmo as mais improváveis “The Fixer”, "Elderly Woman Behind The Counter In A Small Town" e "Unthought Known" entraram no repertório. Ao total, foram 26 canções em 2h10 de show.
Eddie é a simpatia em pessoa, dizendo em português frases como: “Boa Noite, oi galera, tudo bem?” “Feliz por estar em São Paulo” “Obrigado por nos chamar de volta” “Vocês estão bem aí?” fez com que a minha admiração e amor por ele só aumentasse.
Fizeram um show com músicas de quase todos os álbuns. Não acreditava que estava presenciando aquele momento. Para minha alegria completa, ainda tocaram "Daughter" "Do The Evolution" "Porch" e "Better Man". E Claro, senti falta de “Give To Fly”, mas nada que me deixasse triste ou algo parecido. Fecharam com o já tradicional cover "Rockin' in the Free World" do Neil Young.
Foram embora e já sinto saudades. Amor mais que renovado e quadriplicado. Obrigada por fazerem um set list melhor que imaginei.
Voltem logo! ♥"
"Daughter"
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